A Strategy normalizou publicamente as vendas de Bitcoin como uma ferramenta de finanças corporativas, com o CEO Phong Le afirmando que a empresa venderá BTC quando for vantajoso. Em 3 de maio, a Strategy detinha 818.334 BTC, avaliados em US$ 64,14 bilhões, marcando um aumento de 22% no ano até a data. A empresa estabeleceu um quadro onde vender BTC e pagar dividendos pode ser mais lucrativo do que emitir ações, especialmente quando o Bitcoin valoriza 2,3% ao ano. Sequans e MARA também utilizaram vendas de Bitcoin para gerenciar obrigações financeiras. A Sequans vendeu BTC para lidar com dívidas e programas de recompra, reduzindo suas participações de 1.514 BTC em 31 de março para 1.114 BTC em 30 de abril. A MARA vendeu 15.133 BTC por US$ 1,1 bilhão para recomprar notas conversíveis, reduzindo a dívida em 30%. Essas ações destacam uma mudança onde as vendas de Bitcoin são usadas para otimização do balanço patrimonial, e não apenas como um ativo de reserva.