O Bitcoin subiu 2,3% para US$ 96.800 com a conclusão da cúpula EUA-China em Pequim, apesar de não haver menção direta às criptomoedas. A cúpula, realizada nos dias 14 e 15 de maio, focou nas tensões comerciais, particularmente nas restrições de exportação dos EUA sobre semicondutores de IA, como os chips H100 da NVIDIA, avaliados em mais de US$ 15 bilhões anualmente. As discussões também incluíram a extensão da trégua comercial até outubro de 2025, impactando minerais críticos para hardware de mineração de criptomoedas. Os resultados da cúpula podem influenciar as operações de mineração de criptomoedas na China, que têm sido limitadas pelas restrições de chips dos EUA desde 2022. Um possível afrouxamento dessas restrições poderia permitir que os mineradores chineses acessassem semicondutores avançados, afetando as taxas globais de hash e a lucratividade da mineração. Tokens adjacentes à IA, como o FET, tiveram ganhos, refletindo o otimismo do mercado sobre possíveis mudanças nas políticas.