Mineradores de Bitcoin nos EUA aproveitaram o rigoroso clima de inverno vendendo o excedente de energia de volta para a rede, ganhando até 150% mais do que com a mineração. À medida que as redes elétricas enfrentavam pressão, mineradores como a Omnes venderam energia a 20 centavos por quilowatt-hora, em comparação com os 8 centavos ganhos com a mineração, resultando em lucros significativos. Essa estratégia levou a uma valorização das ações de mineração de Bitcoin, com as ações da TeraWulf e Iren subindo 15% e 18%, respectivamente. A mudança nas operações fez com que a taxa de hash da rede Bitcoin caísse para o menor nível em sete meses, atingindo 663 exahashes por segundo, uma queda de 40% em dois dias. Mineradores importantes como CleanSpark e Marathon Digital viram reduções substanciais na produção de Bitcoin. No entanto, aqueles que continuaram minerando se beneficiaram da redução da concorrência, já que o índice de hashprice do Bitcoin aumentou para US$ 0,04 por terahash diário. Mineradores com propriedade de usinas e acordos com concessionárias estão em melhor posição para lucrar, diversificando para IA e computação de alto desempenho para fontes adicionais de receita.