O Bitcoin está em um mercado de baixa desde outubro passado, atualmente sendo negociado a cerca de metade de sua máxima histórica de US$ 126.000. Analistas atribuem a queda a três fatores principais: o ciclo de quatro anos, as pressões inflacionárias macroeconômicas e as liquidações alavancadas. O ciclo de quatro anos, conforme observado por Matt Hougan, da Bitwise, normalmente envolve três anos de crescimento seguidos por uma correção, influenciando o comportamento dos investidores. Além disso, a inflação crescente nos EUA deslocou o foco dos investidores para ativos tradicionais, impactando o desempenho do Bitcoin. Apesar desses desafios, alguns analistas permanecem otimistas quanto à potencial recuperação do Bitcoin. Adrian Fritz, da 21Shares, prevê uma recuperação para US$ 100.000 até o final do ano, condicionada à redução das taxas de juros e às tensões geopolíticas. Zach Pandl, da Grayscale, sugere um fundo de curto prazo em torno de US$ 58.000, com movimentos futuros dependentes das políticas do Federal Reserve e dos desenvolvimentos regulatórios.