Benedict Evans, um renomado analista de tecnologia, traçou paralelos entre o potencial transformador da inteligência artificial (IA) e revoluções tecnológicas passadas, como a internet e a tecnologia móvel. Evans enfatiza que, embora a IA prometa automatizar empregos e criar novos, os temores de uma substituição imediata e em larga escala de empregos são simplistas demais. Ele defende o engajamento com a IA para entender suas capacidades, observando que estamos nos estágios iniciais do desenvolvimento da IA, semelhante ao estado da internet em 1997. Evans também destaca o impacto significativo que a IA já está tendo na indústria de software, marcando um momento crucial em sua evolução. No entanto, ele observa que a ideia de codificar facilmente aplicações complexas por meio da IA não é amplamente aceita. Além disso, a adoção da IA varia significativamente entre os diferentes grupos demográficos, com uso diário limitado entre adolescentes, destacando áreas potenciais de crescimento. As empresas estão cada vez mais contratando consultorias externas para projetos especializados em IA, refletindo uma abordagem estratégica para integrar a IA nos fluxos de trabalho.