A Argentina emergiu como o país líder na América Latina na adoção de criptomoedas, com uma taxa de uso de quase 20%, de acordo com um relatório de meados de 2025 da Chainalysis. Isso se traduz em aproximadamente 8,6 milhões de argentinos envolvidos com ativos digitais, posicionando a nação entre os principais adotantes globais. Inicialmente, os argentinos recorreram às stablecoins para se proteger contra a inflação e a desvalorização da moeda. No entanto, os casos de uso estão evoluindo, com muitos agora aproveitando as stablecoins para obter rendimentos. Essa mudança gerou uma intensa competição entre as empresas locais de criptomoedas, que estão oferecendo retornos mais altos para atrair usuários. Além disso, o banco central argentino está considerando uma resolução para permitir que os bancos ofereçam serviços de ativos digitais, potencialmente aumentando ainda mais a concorrência.