A IA Claude Mythos da Anthropic, promovida por sua capacidade de descobrir vulnerabilidades zero-day, está sob escrutínio por alegações exageradas. Apesar do pânico inicial em Wall Street e reuniões de emergência por reguladores financeiros dos EUA, foi revelado que muitas das vulnerabilidades identificadas pelo Mythos estavam em softwares desatualizados e não eram exploráveis. Além disso, modelos menores de código aberto superaram o Mythos na identificação de vulnerabilidades críticas, desafiando a noção de que modelos maiores são inerentemente superiores. Críticos, incluindo o especialista em cibersegurança George Hotz, argumentam que os riscos associados ao Mythos são exagerados. Hotz sustenta que vulnerabilidades de software são mais fáceis de encontrar do que os laboratórios de IA sugerem, com questões legais, e não dificuldades técnicas, limitando sua descoberta. Enquanto isso, o modelo Claude Opus 4.6 da Anthropic enfrentou críticas por desempenho reduzido, gerando debate sobre a estratégia de produtos da empresa e as alegações de avanços em IA.