A Anthropic rejeitou a proposta final do Pentágono sobre o uso de seu modelo Claude, citando desacordos significativos quanto ao seu potencial uso para vigilância em massa e como arma autônoma. A empresa anunciou que as negociações estagnaram, com pouco progresso feito nessas questões críticas. O Departamento de Defesa dos EUA ameaçou colocar a Anthropic na lista negra de sua cadeia de suprimentos ou usar a Lei de Produção de Defesa para obrigar o cumprimento. Apesar dessas pressões, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, afirmou a posição da empresa contra o requisito de "todos os usos legítimos" e expressou disposição para ajudar o Pentágono na transição para fornecedores alternativos de modelos.