A IA deve ser vista como uma ferramenta, e não como uma solução mágica, segundo Han Yang, fundador da Funes. Em um guia para profissionais das humanidades, Yang enfatiza a importância de usar a IA para aprimorar a produção de conteúdo e a pesquisa, sem depender dela como uma solução para todos os problemas. O guia descreve princípios para integrar a IA nos fluxos de trabalho, garantindo que os processos sejam rastreáveis, manipuláveis e verificáveis. Yang aconselha tratar a IA como uma bancada de trabalho, e não como uma entidade que realiza desejos, e destaca a necessidade de definições claras de tarefas e critérios. Ele sugere usar múltiplos modelos de IA para aproveitar suas forças únicas e gerenciá-los como uma equipe. O guia também ressalta a importância de dividir as tarefas em etapas gerenciáveis e manter o controle sobre o processo para garantir qualidade e confiabilidade. Por fim, Yang incentiva os profissionais a focarem na criação de uma linha de produção estruturada que a IA possa aprimorar, em vez de esperar que a IA substitua a criatividade e o julgamento humanos. Ao fazer isso, os trabalhadores das humanidades podem integrar efetivamente a IA em seus processos, melhorando a eficiência enquanto mantêm a integridade de seu trabalho.