A facilidade crescente de implantar agentes de IA no desenvolvimento de software não está se traduzindo em maior produtividade, pois os desenvolvedores enfrentam o "imposto da orquestração" — os custos ocultos de gerenciar, avaliar e integrar os resultados dos agentes. Embora lançar agentes seja simples, o verdadeiro desafio está no julgamento humano necessário para verificar resultados, resolver conflitos e tomar decisões arquitetônicas, que não podem ser paralelizadas. Os desenvolvedores são comparados ao Global Interpreter Lock (GIL) do Python, um recurso de thread única que limita a taxa de transferência em sistemas concorrentes. Apesar de vários agentes operarem simultaneamente, o gargalo continua sendo a largura de banda cognitiva do desenvolvedor, levando a filas mais longas de tarefas e possível fadiga cognitiva. Fluxos de trabalho eficazes devem focar no design de arquiteturas de atenção, equilibrando a delegação para máquinas com a supervisão humana para evitar dívidas técnicas e cognitivas.