Empresas agentes, entidades de software com capacidades legais, estão prestes a estabelecer seus próprios mercados de capitais na próxima década. Essas entidades, capazes de assinar contratos e manter contas bancárias, operarão em vários setores, como marketing, logística e pesquisa jurídica, oferecendo serviços a custos significativamente mais baixos do que os equivalentes geridos por humanos. O surgimento desses mercados é impulsionado por eficiências econômicas, estruturas legais existentes e a demanda por capital em busca de rendimento. Estruturas legais, como o Suplemento de Organização Autônoma Descentralizada de Wyoming, permitem que essas entidades funcionem como LLCs sem membros, proporcionando-lhes o status legal para operar de forma independente. O cenário financeiro também está evoluindo, com capital de risco, financiamento baseado em receita e adiantamentos programáticos de capital de giro sendo explorados como modelos de financiamento. À medida que essas empresas agentes amadurecem, espera-se que atraiam fluxos significativos de capital, remodelando indústrias tradicionais de serviços e criando novas oportunidades para investidores.