Richard Sutton, uma figura de destaque no aprendizado por reforço, reacendeu o debate sobre o desenvolvimento da IA ao reafirmar sua "lição amarga" em 19 de maio. Sutton defende o foco em métodos gerais escaláveis impulsionados por computação, em vez de depender do conhecimento humano. Essa posição gerou críticas de especialistas em IA como Gary Marcus, que argumenta que os grandes modelos atuais ainda dependem fortemente do conhecimento humano. Thomas G. Dietterich também sustenta que compreender as estruturas cognitivas humanas é crucial para identificar as limitações da IA. O debate destaca visões divergentes sobre o equilíbrio entre o poder computacional e a contribuição humana na evolução da IA.